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Mari Armani


A vida diante da terminalidade: escuta, presença e subjetividade
“Não sei quanto tempo me resta.” “Tenho medo do que vem pela frente.” Receber um diagnóstico de terminalidade é mais do que lidar com uma doença: é confrontar a própria finitude . É perceber que o tempo, antes aberto e repleto de possibilidades, se estreita. É sentir que o corpo, antes confiável, passa a impor limites que não podem mais ser contornados. É viver a incerteza de cada instante, a perda gradual da autonomia e o medo do que ainda está por vir. O corpo sinaliza que
Mari Armani


Quando a Dor Encontra Palavra: Transformando Abandono em Crescimento
Algumas crianças crescem invisíveis, com medos e dores que ninguém acolheu.
Por trás da raiva e da rebeldia, existe um desejo profundo de amor e pertencimento.
Expressar-se e criar vínculos seguros transforma abandono em presença, voz e significado.
Cada gesto de cuidado é um passo para reconstruir a própria história e descobrir o valor de si.
Mari Armani


Quem É Você Quando Ninguém Está Olhando? Descubra como desenvolver autoconfiança e viver de forma mais autêntica.
Autenticidade e autoconfiança não são certezas prontas, mas movimentos vivos da alma. Elas se fortalecem quando silenciamos a crítica interna, encontramos espaços onde podemos ser quem somos e reacendemos o desejo de viver. Ser verdadeiro é ter coragem de existir para além das máscaras, mesmo com dúvidas e falhas. É nesse encontro consigo mesmo que a vida volta a pulsar com sentido.
Mari Armani


Autoconhecimento: o encontro com aquilo que nos habita
O que insiste em você, mesmo quando tenta silenciar?
Sentimentos, repetições e silêncios falam mais do que palavras.
Descubra o que a psicanálise pode revelar sobre quem você realmente é.
Mari Armani


Amar sem se perder de si
Ansiamos por amor, mas será que nos relacionamos de forma que realmente nos nutre?
Estudos mostram que a felicidade está na qualidade dos vínculos, não na quantidade.
Relacionar-se sem se perder exige autoconhecimento: conhecer-se é atrair relações genuínas.
Só quando nos amamos de verdade, podemos amar de forma plena e presente.
Mari Armani


Bets: quando a aposta deixa de ser jogo e começa o sofrimento
A compulsão por apostas transforma prazer em sofrimento, dominando pensamentos e emoções.
Antes, durante e depois do jogo, ansiedade, vazio e culpa se alternam em um ciclo difícil de quebrar.
Reconhecer esses sentimentos é o primeiro passo para retomar o controle e compreender a si mesmo.
Com acolhimento e acompanhamento profissional, é possível enfrentar o impulso e reconstruir relações e equilíbrio emocional.
Mari Armani


Psicoterapia: um caminho de cuidado, escuta e autoconhecimento
Ajudar as pessoas a superar desafios e desenvolver seus potenciais, para viverem uma vida mais plena, saudável e feliz, através de intervenções psicológicas individualizadas de alta qualidade, com ética e confidencialidade.
Mari Armani


Crenças limitantes: o que está te impedindo de ser quem você realmente é?
É estranho pensar termos em nós Crenças que nos limitam... Mas elas existem e muitas vezes vão impedindo o desenvolvimento de nossos potenciais.
Crenças Limitantes são construídas por meio da internalização do que vivemos e sentimos desde o nascimento.
Mari Armani


Descobrindo-se autista na vida adulta: E agora?
Estar no mundo pode ser exaustivo para muitos adultos autistas, que vivem sob excesso sensorial e constantes exigências de adaptação. O texto apresenta o TEA não como déficit, mas como um modo singular de existir, sustentado por estratégias próprias que, embora necessárias, podem gerar grande desgaste. A psicanálise oferece uma escuta que respeita essas invenções e acolhe o sofrimento quando elas se fragilizam. Um convite ao reconhecimento: diferente não é errado, é legítimo.
Mari Armani


Entre o “posso tudo” e o “não aguento mais”: onde você se encaixa?
Você sente que precisa dar conta de tudo e ainda sorrir? Esse peso constante desgasta.
O mito da “superpessoa” cobra mais do que você pode suportar.
Olhar para si com gentileza e pedir ajuda é um ato de coragem.
Reavalie suas prioridades e descubra uma vida mais leve, humana e possível.
Mari Armani


Maternidade em doses de humanidade
A maternidade é sonho e desafio, encontro vivo de amor, erros e descobertas.
Não existe mãe perfeita existe a mãe que se permite sentir, falhar e aprender.
Cuidar de si é parte do caminho, um gesto que humaniza e fortalece o vínculo.
Ser mãe suficiente é oferecer presença, verdade e amor, na beleza imperfeita da vida.
Mari Armani


Quando Amar Dói!
Nem sempre a dor vem em forma de grito. Às vezes, ela se disfarça de cuidado, proteção e amor. Este texto convida você a reconhecer sinais silenciosos de relações que ferem, enfraquecem e aprisionam, e a lembrar que respeito e dignidade não são opcionais.
Mari Armani


TDAH em adultos: quando a mente nunca descansa
Viver com TDAH na vida adulta é viver com a mente em movimento constante.
Pensamentos acelerados, emoções intensas e dificuldade de organizar o cotidiano não são falhas de caráter, mas sinais de uma mente que nunca aprendeu a descansar. Com compreensão e cuidado, é possível transformar inquietação em consciência e encontrar mais equilíbrio interno.
Mari Armani


Ansiedade na vida contemporânea: entender para transformar
Às vezes, o coração dispara, o peito aperta e a mente corre rápido demais. Mas o que é ansiedade e quando ela se torna sinal de algo mais profundo? Descubra como compreender esse sentimento, ouvir seu corpo e transformar a ansiedade em aliada na vida moderna.
Mari Armani
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