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Feminicídio: quando o silêncio mata
Escute antes que seja tarde.
Por trás de cada número existe uma mulher, uma história e um grito que muitas vezes ninguém quis ouvir.
O feminicídio não começa no momento da morte, mas no silêncio diante da violência, do controle e da dor ignorada.
Reconhecer, acolher e agir pode salvar vidas.
Não seja indiferente: escutar também é uma forma de proteger.
Mari Armani


Depressão: quando o cansaço não é só físico é existencial
Há dias em que tudo funciona por fora, mas por dentro há apenas um cansaço de existir. Diferente da tristeza, a depressão paralisa e volta a dor contra si, como descreveu Sigmund Freud. Quando o sofrimento não vira pensamento, torna-se peso e a escuta psicanalítica oferece espaço para que ele, pouco a pouco, se transforme em palavra.
Mari Armani


A pressão silenciosa de ser mulher: entre Expectativas e Identidade
Apesar dos avanços sociais, muitas mulheres ainda enfrentam pressões intensas relacionadas a desempenho, cuidado e perfeição. Essas exigências impactam profundamente a saúde emocional, gerando cansaço, culpa e sensação de invisibilidade. Este conteúdo propõe uma reflexão sobre esses desafios e a importância de um espaço terapêutico de acolhimento.
Mari Armani


A experiência psíquica e conjugal na reprodução assistida
Na psicanálise, a maternidade vai além do corpo, envolvendo desejos, fantasias e identidade. Na reprodução assistida, corpo e sexualidade se tornam instrumentos de expectativa, carregando ansiedade, frustração e luto. Reconhecer e nomear essas emoções ajuda o casal a transformar o desafio em crescimento psíquico e conjugal.
Mari Armani


Masculinidade ferida: quando o orgulho decide quem vive
Pai mata os filhos e culpa traição da esposa: além do crime, um alerta sobre masculinidade, posse e fragilidade emocional. Como a dor e a humilhação podem se tornar violência quando a cultura ensina homens a não sentir?
Mari Armani


Festas, euforia e o silêncio que vem depois
Quando a música acaba e o silêncio chega, o que sobra em você?
Um texto sobre festas, prazer e o vazio que às vezes aparece depois.
Mari Armani


Psicoterapia: um caminho de cuidado, escuta e autoconhecimento
Ajudar as pessoas a superar desafios e desenvolver seus potenciais, para viverem uma vida mais plena, saudável e feliz, através de intervenções psicológicas individualizadas de alta qualidade, com ética e confidencialidade.
Mari Armani


Relacionamentos de qualidade começam dentro de você
Buscamos o amor como promessa de salvação, mas nem todo vínculo que se mantém é um vínculo que cuida. Este texto convida a refletir sobre os padrões que repetimos nas relações, o custo de silenciar a si mesmo e a importância do autoconhecimento para amar com mais verdade, presença e inteireza.
Mari Armani


Autoconhecimento: o encontro com aquilo que nos habita
O que insiste em você, mesmo quando tenta silenciar?
Sentimentos, repetições e silêncios falam mais do que palavras.
Descubra o que a psicanálise pode revelar sobre quem você realmente é.
Mari Armani


Quem É Você Quando Ninguém Está Olhando? Descubra como desenvolver autoconfiança e viver de forma mais autêntica.
Autenticidade e autoconfiança não são certezas prontas, mas movimentos vivos da alma. Elas se fortalecem quando silenciamos a crítica interna, encontramos espaços onde podemos ser quem somos e reacendemos o desejo de viver. Ser verdadeiro é ter coragem de existir para além das máscaras, mesmo com dúvidas e falhas. É nesse encontro consigo mesmo que a vida volta a pulsar com sentido.
Mari Armani


Quando a Dor Encontra Palavra: Transformando Abandono em Crescimento
Algumas crianças crescem invisíveis, com medos e dores que ninguém acolheu.
Por trás da raiva e da rebeldia, existe um desejo profundo de amor e pertencimento.
Expressar-se e criar vínculos seguros transforma abandono em presença, voz e significado.
Cada gesto de cuidado é um passo para reconstruir a própria história e descobrir o valor de si.
Mari Armani


Cão Orelha e a violência: um olhar psicanalítico
A morte do cachorro Orelha revela algo que vai além da crueldade: a agressividade que não encontra limites transforma-se em destruição. Compreender isso não é desculpar, mas enxergar onde falhamos como família e sociedade, antes que a violência encontre novos alvos.
Mari Armani


A vida diante da terminalidade: escuta, presença e subjetividade
Receber um diagnóstico de terminalidade é confrontar o limite do corpo, do tempo e dos projetos, despertando medos profundos e silêncios difíceis de nomear. Este texto reflete sobre a experiência da finitude e sobre como a escuta psicanalítica pode sustentar a presença, o sentido e a humanidade, mesmo quando a vida se aproxima do fim.

Mari Armani


Ansiedade na vida contemporânea: entender para transformar
Às vezes, o coração dispara, o peito aperta e a mente corre rápido demais. Mas o que é ansiedade e quando ela se torna sinal de algo mais profundo? Descubra como compreender esse sentimento, ouvir seu corpo e transformar a ansiedade em aliada na vida moderna.

Mari Armani


TDAH em adultos: quando a mente nunca descansa
Viver com TDAH na vida adulta é viver com a mente em movimento constante.
Pensamentos acelerados, emoções intensas e dificuldade de organizar o cotidiano não são falhas de caráter, mas sinais de uma mente que nunca aprendeu a descansar. Com compreensão e cuidado, é possível transformar inquietação em consciência e encontrar mais equilíbrio interno.

Mari Armani


Quando Amar Dói, algo está errado!
Nem sempre a dor vem em forma de grito. Às vezes, ela se disfarça de cuidado, proteção e amor. Este texto convida você a reconhecer sinais silenciosos de relações que ferem, enfraquecem e aprisionam, e a lembrar que respeito e dignidade não são opcionais.

Mari Armani


Maternidade em doses de humanidade
A maternidade é sonho e desafio, encontro vivo de amor, erros e descobertas.
Não existe mãe perfeita existe a mãe que se permite sentir, falhar e aprender.
Cuidar de si é parte do caminho, um gesto que humaniza e fortalece o vínculo.
Ser mãe suficiente é oferecer presença, verdade e amor, na beleza imperfeita da vida.

Mari Armani


O mundo nas costas: Entre o “posso tudo” e o “não aguento mais”
Você não nasceu para aguentar tudo.
Entre o “eu dou conta” e o “não aguento mais”, existe um limite, e ele precisa ser ouvido.

Mari Armani


Descobrindo-se autista na vida adulta: E agora?
Estar no mundo pode ser exaustivo para muitos adultos autistas, que vivem sob excesso sensorial e constantes exigências de adaptação. O texto apresenta o TEA não como déficit, mas como um modo singular de existir, sustentado por estratégias próprias que, embora necessárias, podem gerar grande desgaste. A psicanálise oferece uma escuta que respeita essas invenções e acolhe o sofrimento quando elas se fragilizam. Um convite ao reconhecimento: diferente não é errado, é legítimo.

Mari Armani


Crenças limitantes: o que está te impedindo de ser quem você realmente é?
É estranho pensar termos em nós Crenças que nos limitam... Mas elas existem e muitas vezes vão impedindo o desenvolvimento de nossos potenciais.
Crenças Limitantes são construídas por meio da internalização do que vivemos e sentimos desde o nascimento.

Mari Armani
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