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Quem cuida de quem cuida?
Quem sustenta todos também precisa de apoio. A psicanálise nos convida a compreender quando o cuidado com o outro passa a significar o abandono de si e a construir relações em que cuidar também possa ser recíproco.
Mari Armani


Quando a Psicologia não entrega respostas, mas sustenta perguntas que transformam
Entre sonhos, conflitos e repetições, a psicanálise nos convida a escutar o que o sofrimento revela e a compreender nossa própria história. Afinal, transformar não é apenas encontrar respostas, mas aprender a sustentar perguntas.
Mari Armani


Por que alguns homens só procuram ajuda quando tudo desaba?
Convite para refletir sobre o sofrimento silencioso dos homens, a pressão para serem fortes e a importância de cuidar de si antes que a dor transborde.
Uma leitura sobre masculinidade, psicanálise e o poder de encontrar palavras para aquilo que, por muito tempo, foi vivido em silêncio.
Mari Armani


O pai que você teve ainda mora no pai que você é?
O texto mostra como a relação com nosso próprio pai influencia, consciente ou inconscientemente, a forma como educamos nossos filhos.
Reconhecer e compreender essas heranças emocionais permite romper repetições e construir uma paternidade mais consciente e saudável.
Mari Armani


Relações amorosas e dificuldade de intimidade emocional
A dificuldade de intimidade nos relacionamentos muitas vezes envolve o medo de se vulnerabilizar e perder o controle. Pela psicanálise, ao amar também reeditamos experiências emocionais antigas que influenciam nossos vínculos atuais. Compreender esses conflitos ajuda a construir relações mais seguras, autênticas e menos marcadas pelo medo.
Mari Armani


Por que voltar à rotina pode ser tão difícil?
A dificuldade de voltar à rotina após férias ou períodos de descanso vai além da falta de disposição. Pela perspectiva psicanalítica, esse momento pode refletir o conflito entre os desejos pessoais e as exigências da vida cotidiana. Quando o retorno gera sofrimento frequente ou sensação de vazio, pode ser um sinal de que algo na relação com o trabalho, a rotina ou consigo mesmo merece mais atenção e reflexão.
Mari Armani


Estou trabalhando enquanto meu filho está de férias: como lidar com a culpa
A culpa por trabalhar enquanto os filhos estão de férias é comum, mas nem sempre reflete uma ausência prejudicial. A psicanálise mostra que o mais importante para a criança não é a presença constante, e sim a qualidade do vínculo afetivo. Filhos não precisam de pais perfeitos, mas de pais presentes de forma real e possível.
Mari Armani


Por que brigamos com quem mais amamos?
Os conflitos familiares fazem parte da convivência e nem sempre refletem apenas problemas do presente. A psicanálise mostra que muitas discussões podem reativar emoções, expectativas e experiências antigas. Compreender esses processos ajuda a lidar melhor com as diferenças e fortalecer os vínculos. Mais do que sinais de desentendimento, os conflitos podem ser oportunidades de crescimento e autoconhecimento.
Mari Armani


Como viver as férias sem transformar tudo em obrigação
Férias também podem gerar ansiedade: entenda por que descansar virou mais uma obrigação e como recuperar o verdadeiro sentido da pausa.
Mari Armani


Todos conectados! Ninguém presente: A solidão silenciosa da era digital
Nunca estivemos tão conectados e, ao mesmo tempo, tão sozinhos: na era digital, a presença virou distração, o vínculo virou performance e a solidão passou a existir mesmo entre pessoas lado a lado.
Mari Armani


Entre ausência e sentido: Ghosting e suas marcas
Ghosting não é apenas um desaparecimento: é uma ruptura sem palavra que desorganiza o sentido, ativa feridas antigas e obriga o psiquismo a lidar com a ausência de explicação e com tudo o que ela desperta dentro de nós.
Mari Armani


Quando amar também é saber ir embora
Amar não é promessa de eternidade, mas a coragem de viver vínculos intensos que podem durar ou se encerrar com maturidade para ficar enquanto faz sentido e saber ir embora quando necessário.
Mari Armani


O desafio de sustentar amizades na vida adulta
Na vida adulta, amizades não desaparecem por falta de afeto, mas por falta de tempo e sustentação e isso revela como vínculos exigem cuidado constante em um mundo cada vez mais líquido e acelerado.
Mari Armani


Infâncias roubadas: uma reflexão psicanalítica sobre o abuso e exploração sexual
O abuso sexual infantil é uma violência profunda, marcada pelo silêncio e por traumas que atingem a constituição psíquica da criança. Mais do que o ato, o impacto está na impossibilidade de elaborar o vivido e na ruptura da segurança. Romper o silêncio, escutar e proteger são passos essenciais para transformar essa realidade.
Mari Armani


Quando ser quem se é se torna um risco: uma leitura psicanalítica sobre a homofobia
A homofobia vai além de opiniões: é um fenômeno que atravessa a cultura, o psiquismo e produz sofrimento real. A psicanálise mostra que o desejo não segue padrões únicos, e que a rejeição ao diferente muitas vezes revela conflitos internos. Enfrentá-la é essencial para construir uma sociedade mais justa, onde cada pessoa possa existir com dignidade e sem medo.
Mari Armani


Maternidade, saúde mental e subjetividade
A maternidade, sob a ótica da psicanálise, é uma experiência profunda e desafiadora, atravessada por desejos, angústias e cobranças internas e externas. Longe do ideal de perfeição, o sofrimento materno revela a complexidade desse papel. Cuidar da saúde mental da mãe é essencial para construir vínculos reais, saudáveis e possíveis.
Mari Armani


Além das tarefas: como as relações no trabalho transformam a saúde mental
Assim como na música “Lean on Me”, são as relações que nos sustentam no trabalho. Mais do que tarefas, o ambiente profissional é feito de vínculos que podem fortalecer ou adoecer. Investir em relações saudáveis, com escuta e empatia, é essencial para o bem-estar, a saúde mental e o verdadeiro crescimento coletivo.
Mari Armani


Cuidado, ausência e os rastros que ficam: Tipos de mãe
A maternidade é uma experiência complexa, marcada por cuidado, falhas e aprendizados. Mais do que ideal, ela envolve presenças e ausências que influenciam profundamente a vida emocional dos filhos. Compreender esses impactos é essencial para transformar vivências em autonomia, relações mais saudáveis e crescimento pessoal.
Mari Armani


Da internação à escuta: Loucura, psicanálise e luta antimanicomial
A loucura, mais do que uma condição, é uma construção atravessada por normas sociais e relações de poder. Entre silenciamento e escuta, a história mostra que o sofrimento psíquico muitas vezes foi isolado em vez de compreendido. A luta antimanicomial propõe um novo olhar: reconhecer o sujeito por trás do diagnóstico e transformar o cuidado em escuta, dignidade e inclusão.
Mari Armani


O medo que aprisiona: compreendendo as fobias
O que parece “apenas um elevador” pode revelar um medo intenso e paralisante: a fobia. Mais do que um receio exagerado, ela é uma resposta psíquica profunda, onde a angústia encontra um objeto para se manifestar. Compreender seus sinais e buscar ajuda é essencial para retomar a liberdade e viver com menos limitações.
Mari Armani
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